quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Aula do dia 14 de Outubro de 2009

Palestra com o pessoal do CAPS - Centro de Apoio Psicosocial. Nessa noite, o senhor Anderson, coordenador da instituição nos apresentou o que é o CAPS e quais os projetos inseridos dentro dela.
O CAPS é um Centro de Apoio comunitário que tem o objetivo de cuidar de pessoas que sofrem com transtornos mentais. O que diferencia o CAPS e o hospício é o relacionamento que existe entre os usuários e os funcionários, enquanto que no hospício eles apenas recebem tratamento.
Discutiu-se sobre a nova forma de inserir pessoas com necessidades psíquicas no meio social e como o projeto: "De perto ninguém é normal", foi desenvolvido. Este conta com o apoio de parceiros na área de saúde que contribuem para o seu desenrolar. Nele, encontramos a Reforma Psiquiátrica, que na verdade é um novo modelo de acompanhamento de pessoas com transtornos mentais que vai de um grau leve até o mais grave.
Achei interessantíssimo a história de como surgiu os manicômios no Brasil. O primeiro deles, surgiu em São Paulo, no ano de 1852, eram colocados ali, operários que não faziam mais o seu ofício e que não correspondiam com o modelo capitalista de produção. Os usuários sofriam maus tratos, reclusão e preconceito por parte das pessoas. Depois de muita luta dos próprios usuários por um tratamento mais digno, foi criada uma lei por Paulo Delgado, que visava melhoria nos espaços usados para tratamento e um novo modelo de tratamento.
Com o fim dos manicômios, houve a necessidade de formar um espaço em que agregasse dedicação e responsabilidade por parte dos parceiros (médicos, agentes de saúde, enfermeiros, vigilantes, etc...). Para muitos, ainda existe o estereótipo de que os centros de apoio não são tão seguros e satisfatórios quanto os manicômios, muitos acham que os "usuários", conhecidos por eles como loucos, deixados soltos nas ruas, agridirão os ditos normais da sociedade. Mas sabemos da responsabilidade social que existe po parte desses profissionais, e o com o novo modelo de tratamento posto aos usuários concerteza teremos bons resultados.

Memorial da aula de Linguagens e Educação

No primeiro dia de aula, houve uma socialização entre os alunos e o professor Márcio, em que explanamos as nossas expectativas quanto a matéria que ainda seria posta às mentes em formação.
Aprendemos que linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de idéias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies de linguagem: visual, auditiva, tátil, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos. Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos de comunicação, idéias, significados e pensamentos. Embora os animais também se comuniquem, a linguagem propriamente dita pertence apenas ao homem.
A linguagem também denota várias funções, nas quais podemos destacar:
  • Emotiva (ou expressiva) - a mensagem centra-se no "eu" do emissor, é carregada de subjectividade. Ligada a esta função está, por norma, a poesia lírica.
  • Função apelativa (imperativa) - com este tipo de mensagem, o emissor actua sobre o receptor, afim de que este assuma determinado comportamento; há frequente uso do vocativo e do imperativo. Esta função da linguagem é frequentemente usada por oradores e agentes de publicidade.
  • Função metalinguística - função usada quando a língua explica a própria linguagem (exemplo: quando, na análise de um texto, investigamos os seus aspectos morfo-sintácticos e/ou semânticos.
  • Função informativa (ou referencial) - função usada quando o emissor informa objetivamente o receptor de uma realidade, ou acontecimento.
  • Função fática - pretende conseguir e manter a atenção dos interlocutores, muito usada em discursos políticos e textos publicitários (centra-se no canal de comunicação). Função poética - embeleza, enriquecendo a mensagem com figuras de estilo, palavras belas, expressivas, ritmos agradáveis, etc.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

  1. "Educar a emoção para fazer das pequenas coisas um espetáculo;
  2. Fazer de cada momento uma vivência mágica;
  3. Desvendar as coisas lindas, singelas, e ocultas que nos rodeiam;
  4. Enxergar o que as imagens não revelam, perceber o que os sons não traduzem;
  5. Ver com os olhos do coração;
  6. Aprender a ser rico sem ter grande soma de dinheiro;
  7. Viver suavemente ainda que sobrecarregado de responsabilidades;
  8. Ter um romance com a vida. Fazer poesia com a vida, sem escrever palavras;
  9. Abraçar as crianças, admirar pessoas da terceira idade. Ter agradáveis conversas com os amigos;
  10. Ler um bom livro e viajar por suas páginas. Libertar a criatividade. Ouvir uma boa música. Penetrar nos traços de uma pintura, e uma arquitetura. Navegar pelas águas da emoção..."

Augusto Cury

Síntese do filme Espelhos D'água



O filme nos apresenta a história da cidade de Sobradinho, onde encontramos o fotógrafo Henrique (Fábio Assunção) que é um apaixonado pelas paisagens ribeirinhas daquela cidade.

Deslumbrado com as belezas do local, Henrique começa a conversar com pessoas que moram nas proximidades do rio e conhece histórias sobre mitos das águas, como o Bicho D´água, o Pé de Garrafa e o Curupira. Ele ouve também relatos de velhos moradores, como Penha (Regina Dourado) e Abel um homem que conversa com Sidó, sua canoa de um pau só, e Penha, que passa aos filhos e netos as lendas do rio são francisco.
O objetivo de assistirmos o filme, foi buscar no seu roteiro as diversas formas de linguagens apresentadas pelos personagens. As lendas contadas por dona Penha aos seus netos, por exemplo, podem ser consideradas como importantes fatores no desenvolvimento do contexto histórico destes.

O diretor de certa forma deixa claro que Espelho D'Água é apenas uma idealização que se faz do rio São Francisco, sempre mostrado como belo e estetizado, porém com problemas provocados pelo homem.

Aprender ...




Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende. (Leonardo da Vinci)

Por isso, eu aprendi que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

Aprendi que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

Comecei a aceitar minhas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprendi a construir todas as estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Descobri que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Descobri que só porque alguém não o ama do jeito que você.